Outra regra de bom senso, mas essencial: é importante evitar que o sucesso no jogo seja alcançado com base em atividades que não exijam habilidades. (ex: clicar para abrir uma porta…) O progresso desta forma parece vazio e não proporciona um sentimento de realização.

 

Habilidades que devem ser usadas variam muito de acordo com o tipo de jogo. (ex: coordenação entre mãos e olhos, calcular um pulo, mirar para atingir um alvo em movimento, etc.)

 

Se você planeja uma luta épica contra uma criatura feroz, mas faz com que o jogador lute só clicando para mover a espada, a vitória será vazia.

Envolva a mente e a destreza de seus jogadores e conseguirá chamar a atenção deles e mantê-los jogando.

 

Também é bom dar uma pausa de vez em quando, exigir habilidades o tempo todo pode cansar.

A habilidade deve ser incrementada a medida que a competência do jogador também aumenta.

 

Um exemplo um pouco diferente: Guitar Hero tem o sistema de Hammer On e Pull Off, que é basicamente uma forma de tocar notas vizinhas rapidamente sem precisar acionar o Strum Bar em cada nota. Isso é um recurso que pode ser ignorado no nível fácil ou médio, mas a partir do hard e expert, deve ser dominado para ter alguma chance de vencer. É sempre interessante o jogo te dar opções úteis, mas opcionais, que serão somente exigidas quando o jogador quiser novos desafios (como vencer em dificuldades mais elevadas). Se Guitar Hero fizesse o jogo ser só mais rápido em cada dificuldade, não teria a metade da graça do que ir exigindo novas habilidades, além da velocidade. Ou seja, é um gamplay com maior profundidade, deixando o jogo muito mais fascinante, aumentando o replay value (vontade de re-jogar). 

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