Produzido por Sega

Ano: 1988 (Japão); 1991(Brasil)

Phantasy Star do Master System foi um RPG clássico. Especialmente para nós brasileiros, pois a Tec Toy fez um incrível trabalho em traduzir todo o jogo para português. Além disso era um dos poucos, ou o único, jogo do Master que possuía um chip para salvar o progresso, dentro do cartucho. Imaginem um RPG sem save game ??? Complicado…

Não me lembro quando joguei este jogo, se foi na época do lançamento ou bem depois… Mas era criança, com certeza foi o primeiro RPG que joguei do início ao fim. (mas nem tinha idéia que aquilo era um RPG🙂 ) Joguei durante as férias de verão, reunido com meus primos. Levamos um grande tempo para acabar, não sei se foram as férias inteiras, ou mais tempo do que isso… mas foi uma odisséia. Ficou gravado na minha mente o quanto épico foi aquele jogo.  Éramos sugados pela história, a quantidade grande de personagens, itens, missões, dungeons.

Interessante o fato das dungeons serem jogadas em primeira pessoa, com “incríveis” gráficos “3D”.

 

Nós fazíamos mapas desenhados em papel, referente aos caminhos já percorridos nas dungeons, pois era normal acabar em um ponto sem saída e ter que voltar. Quando mais tempo se ficava andando por ali, maior chance de aparecer uma criatura querendo briga.

Exigia um grande esforço, pelo menos para uma criança, se orientar nos labirintos, saber qual caminho  seguir, quais itens eram importantes para determinado momento, etc. Era um jogo que deveria ser vivido com intensidade, diferente dos outros do Master System, afinal um RPG sempre exige dedicação do jogador.

Derrotar o adversário final e fechar este jogo monumental foi fantástico. Uma grande sensação de vitória por ter vivivo e vencido esta aventura épica. Provavelmente quem experimentou na totalidade Phantasy Star na sua infância deve se recordar até hoje. (e talvez ainda estar fascinado pelo mundo dos jogos…)